• as cozinheiras

    A primeira lição é que não há palavra que possa ensinar o gosto do feijão ou o cheiro do coentro. É preciso provar, cheirar, só um pouquinho, e ficar ali, atento, para que o corpo escute a fala silenciosa do gosto e do cheiro. (Rubem Alves)

  • prove...

    Cozinheiro: bruxo, sedutor. "— Vamos, prove, veja como está bom..." Palavras que não transmitem saber, mas atentam para um sabor.

  • vontade de comer

    A lição dois é que o prazer do gosto e do cheiro não convivem com a barriga cheia.

  • saciedade

    Já os estômagos estufados põem fim ao prazer, pedem os digestivos, o sono e a obesidade.

  • alquimia

    (...) tenho um fascínio enorme pelas panelas, pelo fogo, pelos temperos e por toda a bruxaria que acontece nas cozinhas (...)

  • antecipação

    (...) o prazer que aparece no rosto curioso e sorridente de alguém que tira a tampa da panela, para ver o que está lá dentro.

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

doce de leite :: o que é?

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Doce de Leite é, pura e simplesmente, leite condensado cozido.
Tem duas opções: ou compra já preparado no supermercado ou então prepara-o a partir do leite condensado normal.

Coloque na panela de pressão uma lata de leite condensado e cubra com água. 
Tape e leve ao lume.
Depois de apitar, conte:
10 minutos para doce de leite mole,
20 minutos para doce de leite médio (melhor para receitas)
40 minutos para doce de leite de corte.
Desligue o lume, espere que saia a pressão da panela antes de abrir e retire. 
NÃO ABRA A LATA ATÉ ESTAR COMPLETAMENTE FRIA, senão o doce espirra MESMO por causa da dilatação causada pelo calor e pode causar queimaduras sérias.

Para cozer numa panela normal, cubra na mesma a lata com água, e espere, no mínimo, 1 hora, depois de começar a ferver. Sinceramente penso que não compensa fazer isto já que o consumo de energia ultrapassa a diferença de preço para uma lata de leite condensado cozido.

A terceira opção é um pouco mais "dolorosa", é uma tarefa de amor...

Para 1 litro de leite gordo usam-se 500g de açúcar.

Leve ambos a ferver, num recipiente largo, mexendo sempre para evitar que verta.

Quando começar a ferver baixe o lume e vá mexendo até obter a cor e a consistência desejadas.

Todo o processo deve demorar, 15 minutos para ferver + uns 45 minutos até ao doce de leite cremoso.

Mexer sempre porquê? Até à fervura para que o açúcar esteja bem dissolvido e distribuído pelo leite.
Depois da fervura para obter uma textura delicada e cremosa.

Pode guardar o doce de leite, em frascos esterilizados, no frigorífico, para usar noutros doces, posteriormente. Porém é preciso cuidado - este doce tem tendência a "desaparecer" demasiado rapidamente...


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sábado, 1 de setembro de 2012

pequeno "dicionário" brasileiro/português para culinária

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Quantas vezes me aconteceu achar interessante uma receita publicada num qualquer blog ou site brasileiros e não ter bem a certeza do que seria um determinado ingrediente? O mesmo acontecerá aos internautas brasileiros, tenho a certeza.

Com algum tempo, pesquisa e paciência lá consegui construir uma pequena tabela de equivalências de termos usados nas duas cozinhas.

Se alguém cá vier ter espero que lhe encontre tanta utilidade como eu... Se houver alguma correcção ou acrescento... agradeço.



BRASILEIRO PORTUGUÊS
a gosto
q.b., quanto baste
abadejo
badejo
aboborinha italiana courgete
acabamento decoração
açougue
talho
açucar de confeiteiro açúcar em pó, icing sugar
   açucar de cor acastanhada, não refinado açúcar amarelo
alho poró
alho francês
apertar
aconchegar
arraia
raia
aspargos
espargos
assar
cozinhar
azeite de dendê
óleo de palma
bacalhau dessalgado
bacalhau demolhado
bacalhau migado
bacalhau desfiado
barbante
fio de cozinha
biscoito champagne
palitos de la reine
bisteca
costeleta
bola
pãozinho rústico
brócolis
brócolos
broto de feijão
rebento de soja
broto, rebento
grelo
café da manhã
pequeno almoço
camarão grande
gamba
carne moída
carne picada
carré de suíno
costeleta de porco
catchup
ketchup
cebolinha verde
cebolinho
champignons
cogumelos
cheiro verde
coentros frescos
ciboulette
cebolinho
claras em neve claras em castelo
coalhada
requeijão
codorna codorniz
cordeiro, carneiro
borrego
costela, costelinha
entrecosto
cozinhar com a panela tampada
estufar
creme de leite
natas
crocante
estaladiço
crosta
côdea (do pão)
curcuma, açafrão da terra
açafrão das índias
curry
caril
defumado
fumado
dill
funcho, aneto, endro, aniz, erva-doce
empanar
panar
escumadeira
espumadeira
esfriar
arrefecer
espaguete
esparguete
esquentar
aquecer
farinha de rosca
pão ralado
feijão fradinho
feijão frade
feijão vagem
feijão verde
fermento biológico fresco
fermento de padeiro
filé
bife ou escalope
filé mignon
lombinho de novilho ou vitela
filme transparente
película aderente
fogo
lume
fubá
farinha de milho fina
geladeira
frigorífico
gergelim
sésamo
lavanda
alfazema
leite desnatado
leite magro
leite integral
leite gordo
leite semi desnatado
leite meio gordo
leiteira
fervedor
lingüiça calabresa
salsicha fresca
lingüiça defumada
salpicão
lingüiça portuguesa
chouriço
lombo defumado
paio
macarrão
massa
maço
ramo de cheiros
melissa, capim-cidreira
erva cidreira
merluza
pescada
mixer
varinha mágica
molho de pimenta
molho picante
muffin
queque
mussarela
mozarella
nhoque
gnocchi
orégano
oregãos
orgânico
biológico
paleta de porco
pá de porco
panela
tacho ou panela
panqueca
crepe
pão amanhecido pão de véspera
pão sírio
pão pita
papel manteiga
papel vegetal
páprica
colorau, pimentão doce
passapurê
passe-vite
pastel bolinho
pernil
perna - de porco, borrego...
pilão
almofariz
pimenta dedo de moça
malagueta
pimenta do reino
pimenta preta
pimenta malagueta
piri-piri
pimentão
pimento
pinga
aguardente
pinoles
pinhões
pote boião, frasco
presunto
fiambre
presunto de parma ou defumado
presunto
processador de alimentos
picadora
queijo prato
queijo flamengo
requeijão cremoso
queijo creme
rissoles
rissóis
rocambole
torta (enrolada)
salsão
aipo
salsinha
salsa
sálvia
salva
sanduíche
sande, sanduíche
saquê vinho de arroz
shoyu
molho de soja
socar
esmagar
sorvete
gelado
suco
sumo
suíno
porco
tablete de caldo
cubo de caldo
torta
tarte
torta, escondidinho
empadão
tortinha
tartelete
trigo para quibe
trigo bulgur
uva passa branca
sultanas
vidro
frasco
xícara
chávena



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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

branquear :: termo culinário

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Branquear é uma técnica útil com várias funções. Consiste em mergulhar alimentos em água fervente, por alguns minutos e, logo a seguir, mergulhá-los em água fria ou gelada até que arrefeçam completamente.

Fundamentalmente é usada para preparar legumes crus para uma cozedura final posterior, para congelar ou para pré-preparar para uma conserva. Para congelar os legumes devem estar completamente enxutos antes de os guardar em porções divididas por sacos de plástico.

Branquear inibe a acção de enzimas que pode ocorrer durante a congelação, deixando os legumes em bom estado para uma cozedura posterior.

O branqueamento também pode ser usado para remover a casca a determinados frutos e legumes (tomates, pêssegos, amêndoas), para realçar a cor, para reduzir o amargo de alguns legumes.

Branquear usa-se para retirar o sal da carne de porco salgada e do bacon. 
Se quiser tornar a carne mais tenra, também deve ser feito um branqueamento antes de a cozinhar. 

O método também serve para amaciar batatas antes de as assar ou de as congelar.

Pode-se branquear com água, a vapor (mais um minuto do que usando água) ou no microondas.
No microondas para cada meio kilo de legumes, junte 5 colheres de sopa de água, dentro de um recipiente tapado, durante 3 minutos.

tempos de branqueamento ~ água / vapor (para alguns legumes e frutas é necessário juntar sumo de limão à água para não escurecerem)

abóbora - 4 min
alcachofra (com sumo de limão) ~ 4 min
alho - 1 min
batata - 2 min
beringelas, às rodelas (com sumo de limão) ~ 4 min
bróculos - 4/5 min
cebolinha - 2 min
cenouras às rodelas - 3/4 min
courgetes - 4 min
couve de bruxelas - 3/4 min
couve-flor - 3 min
couve, folhas - 2,5 min
ervilhas - 1,5/2,5 min
espargos - 3/4 min
espinafres - 2,5 min
favas ~ 2 min
feijão - 4 min
feijão verde - 2/3 min
maçã - 3 min
maçarocas de milho - 6/7 min
nabo, em cubos - 2/2,5 min
pera - 2 min
pimentos - 2/3 min
tomate - 2 minutos
vagem, feijão verde - 2 min

como branquear vegetais

exemplo: branquear e congelar cenouras





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como se preparam os frascos para compotas ou conservas?

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Escolha frascos de vidro e com tampas metálicas - as de plástico são mais propícias ao desenvolvimento de bactérias.

Reutilize frascos. Lave-os bem com água quente e detergente. Para tirar rótulos mais resistentes, ponha os frascos de molho em água quente, deixe-os ficar um pouco e depois esfregue com palha de aço fininha para retirar os vestígios de cola.

Um frasco limpo e esterilizado é essencial para a boa conservação de compotas e conservas.

Esterilizar frascos:

1. coloque frascos e tampas numa panela com água, deixe ferver 15 minutos, retire-os com cuidado e deixe-os secar antes de os utilizar, virados para baixo sobre papel absorvente

2. coloque os frascos no microondas durante 2 minutos, retire-os com cuidado e use-os de seguida

3. lave os frascos na máquina de lavar e use-os de seguida


Quando encher os frascos com a compota feche-os ainda quentes, tampe-os e coloque-os com a tampa para baixo - isto cria uma espécie de vácuo que ajuda a conservar em melhores condições.

(Se tampar os frascos já frios pode ocorrer o desenvolvimento de bactérias.)

Não se deve pôr comida fria em frascos quentes nem comida quente em frascos frios.

Organize-se de forma a ter a compota ainda quente quando enche os frascos.


Compotas
geleia de marmelo


Quanto às conservas
  1. A acidez de produtos em conserva é importante. Devem ser usadas para conservas só receitas com proporções testadas de ingredientes, as proporções nunca devem ser alteradas.
  2. Recomenda-se o uso de vinagres (sidra ou branco) com uma acidez de 4% a 6%, comum em vinagres comerciais.
  3. O vinagre nunca dever ser diluído, a menos que isso seja especificado na receita.
  4. Use sal marinho e limpo. Sal iodado pode escurecer pepinos em conserva, e o sal de mesa contém agentes anti-endurecedores que podem fazer a salmoura ficar turva.
  5. Deixe sempre 2cm entre a conserva e o topo do frasco

Tanto para legumes como para frutas:

Escolha com cuidado as frutas ou legumes que vai usar. Devem estar bem frescos, firmes, perfeitos.
Se houver algum amassado ou manchado, retire.
Lave-os muito bem antes de preparar a conserva, em água corrente.
Depois de descascados ou cortados, não deixe de molho em água (salvo algumas exceções). Perdem a cor e o valor nutritivo.

Depois de preparar a conserva, coloque no frasco.
Frutas ou legumes primeiro, líquidos depois.
Bata com o fundo do frasco, cuidadosamente, para eliminar possíveis bolhas de ar. Se necessário, coloque mais calda que deve cobrir completamente a conserva. Limpe as bordas e feche.


Para dupla segurança, se quiser, encha uma panela com água fria e coloque no fundo um pano (para os frascos baterem numa superfície menos dura e não racharem).

Leve ao lume e deixe ferver durante 20 ou 30 minutos, com a panela tapada.
Deixe arrefecer antes de retirar os frascos.
Vire-os de tampa para baixo para confirmar uma boa vedação.

Se algum dos frascos vazar tem duas hipóteses
- ou passa para outro frasco
- ou mete no frigorífico para uso próximo.

Armazenar

Ponha em cada frasco um rótulo que identifique a conserva e a data da preparação.
Guarde em lugar seco e com pouca luz.

A partir do momento em que abrir qualquer frasco, guarde-o no frigorífico durante a utilização do conteúdo.






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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

o que é :: à provençal

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"À Provençal" é um termo que se usa para identificar um prato preparado ao estilo da Provença, uma região no sudeste de França. Banhada pelo mar Mediterrâneo, esta região do sul da França é a principal produtora de azeites do país e suas réstias de alho decoram até as paredes das casas.

Logo, alho e azeite são ingredientes indispensáveis.

Tomates, cebolas, azeitonas, cogumelos, anchovas e beterraba também podem fazer parte.

É comum encontrar receitas à provençal com ou sem cebola, com ou sem tomate, com ou sem vinho branco. Em relação às ervas aromáticas, então, a diversidade é imensa ~ há os que usam sálvia, erva-doce, alecrim e tomilho secos (as típicas da Provença) e aqueles que não dispensam folhas frescas de salsa e cebolinha.  

A própria Larousse Gastronomique, obra de referência da cozinha francesa, aponta para essas permitidas variações. A única ressalva é que o produto incluído tenha alguma ligação com a tal região francesa e, assim, não descaracterize a sua peculiar simplicidade e irresistível frescura. “O que podemos estabelecer como regra é o uso indispensável de azeite e alho. Sem eles não há receita à provençal.”

Neste mundo de possibilidades à la provençale, é preciso ainda fazer uma distinção: para receitas frescas e de elaboração ligeira, como a de camarões, lulas e mexilhões, convém insistir na composição purista de alho, azeite e duas ou três ervas. Nos pratos mais demorados, mais apurados, já fica bem acrescentar tomate, cebola, vinho, pimentão, alcachofras ou espargos.
campo de alfazema e as omnipresentes oliveiras


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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

petit four :: termo culinário

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Petit four significa, literalmente, pequeno forno, em francês.
O termo é usado para definir pequenos doces servidos no fim de uma refeição, geralmente a acompanhar o café.

Um petit four pode ser muitas coisas, desde que pequenas, do tamanho de uma dentada.

Podem ser biscoitos, merengues, éclairs, profiteroles ou outra massa de fartos e até pequenas tarteletes. Na pastelaria francesa os verdadeiros petit fours são apenas os biscoitos, mais duros, ou um bolo qualquer cortado aos quadradinhos e decorado com algum tipo de glace.

Também existem os petits fours salés (salgados) que são aperitivos do tamanho de uma dentada, normalmente servidos em cocktails ou bufetes.




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segunda-feira, 30 de julho de 2012

blinis

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nº pessoas
-
origem
Rússia
ingredientes
2 ovos
1 pitada de sal
100 gr de farinha
5 gr de fermento (1 colher de café)
1 dl de leite













preparação

Misture os ingredientes todos, tape e coloque no frigorífico pelo menos 30 minutos.

Unte uma frigideira pequena, de preferência anti-aderente, leve ao lume e coloque uma colherada de massa. Quando começa a fazer bolhinhas, vire para cozer do outro lado. (Tal como se fazem os crepes.)

Os blini são um clássico da cozinha russa. O seu recheio, tal como nos crepes pode ser doce ou salgado. Acompanham muito bem com peixes fumados, natas azedas e ovas de salmão, truta ou lumpo, já que o caviar verdadeiro não é para todos os bolsos, mas podem ser servidos simplesmente com manteiga.

Esta é uma versão aligeirada e simples dos blini, já que a receita da massa original leva levedura, repousa, fermenta e só posteriormente se acrescenta o leite ou água sendo então cozinhados numa frigideira de ferro.



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sexta-feira, 27 de julho de 2012

roux :: termo culinário

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O roux é um espessante para molhos, sopas e estufados que lhes confere um sabor especial. 
Cozinhar a farinha em gordura desactiva uma enzima que, se não for destruída pelo calor forte, interfere na habilidade de espessar desse ingrediente. 
Cozinhar a farinha também muda o sabor do cereal cru, tornando-o tostado e amendoado. Quanto mais o roux for cozido, mais o sabor e a cor se tornam pronunciados e menos espessante se torna
O processo consiste em cozinhar farinha de trigo com gordura (tradicionalmente manteiga), em proporções iguais, até que o produto fique amarelado e sempre sem deixar de mexer.
Leva-se uma frigideira ao lume em fogo baixo/médio para aquecer. Coloca-se a manteiga e espera-se que derreta. Adiciona-se então a farinha de trigo. Mexe-se durante cerca de 1 minuto para obter o roux branco.

No primeiro estágio (branco), a consistência será de areia fina molhada e o roux terá um sabor suave mas será muito espessante.

Após mais ou menos 4 minutos de cozedura atinge-se o segundo estágio (amarelo), menos espessante que o primeiro e com um sabor levemente amendoado.

Os tons castanhos irão sendo cada vez menos espessantes e com um sabor cada vez mais acentuado.

A mistura de roux deve ser adicionada aos líquidos a serem espessados aos poucos e mexendo sempre. 

Regra de ouro: é melhor misturar roux frio ao líquido quente e roux quente ao líquido frio.



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